Estas páginas são dedicadas a preservar e organizar os dados do autor

Fúlvio de Almeida Guimarães,

publicados na rede ao longo dos últimos anos.

O compromisso com a memória e biografias históricas vem desde a primeira versão deste site:

ainda na época da internet discada, quando o objetivo fundamental da rede era facilitar intercâmbios e as conexões eram movidas pela boa-fé pública.

Atualmente, a editora dedica-se à organização didática, histórica e bibliográfica do autor, além da curadoria de seu acervo pessoal, respeitando os dados cronológicos e suas interrelações na gestão do patrimônio material e imaterial herdado.

Todo este trabalho é feito em respeito ao conteúdo exposto pelo autor em seus dois livros e em memória dos jornalistas sérios e respeitáveis que marcaram nossa trajetória e parte da nossa história como brasileiros(as).

 

"Eu disse que a história seria longa e cheia de episódios interessantes.

Que ela é longa, basta correr os olhos pelas tiras de papel já escritas.

Quanto aos episódios interessantes o leitor inteligente saberá apreciá-los

(...)

A idéia de progresso e o amor à arte não constituem um privilégio da geração atual

Esse sentimento sempre existiu na alma do nosso povo

Somente em outros tempos o meio era mais acanhado, mais restrito e as possibilidades de realização mais difíceis

E convém que se registre tudo isso, que essa história não desapareça"

 Romeu Guimarães de Albuquerque

 

LASCAS E GRAVETOS DA HISTÓRIA DOS LATINOS

 

FÚLVIO DE ALMEIDA GUIMARÃES

Editora Garnier - Itatiaia - Coedição com o autor 

Acervo - Editora Invirta

ISBN 85-319-0717-9

2004

 

ROMEU GUIMARÃES DE ALBUQUERQUE E

QUELUZ DE MINAS

 

 FÚLVIO DE ALMEIDA GUIMARÃES

Livro esgotado

Direitos Autorais e Acervo 

Editora Invirta 

ISBN 978-85-911174-0-6

2010

 

" O dia é eterno

A noite, apenas uma sombra intermediária

Viajamos, compulsoriamente, pelo espaço, no contexto de nosso sistema planetário

A mais importante das descobertas já havia acontecido: os primeiros astrônomos amadores, há cerca de 4.000  anos a.C. descobriram o calendário, cada um à sua maneira, baseados nas estrelas, quando todos os seres humanos ainda olhavam para o céu...

O calendário é uma convenção humana, âncora para situarmo-nos perante o tempo"

 

Fúlvio de A. Guimarães